sábado, outubro 04, 2008
DMB - 30.09.08 - Vivo Rio
Dave Matthews e sua banda fazem parte do meu top 5 desde antes do Rock'n'Rio. Minha lembrança mais remota foi um cd emprestado do Luiz, e eu devia ainda estar no colégio. Depois disso eles vieram tocar no Free Jazz, na época em que ainda era patrocinado por cigarros e crianças menores de 18 anos não entravam. Eles e Ben Harper, num show acho que interessante, mas que não pude ir por falta de idade, talvez por um pouco de desinteresse também. Droga. Meu irmão foi, eu lembro.
Mas o tempo passou e em 2001, aí sim já gostando bastante, eles vieram tocar novamente nessa cidade, só que num festival... na boa, prejudica muito. O set list deve ter tido umas 8 músicas no máximo (se não menos), o que é um sacrilégio para uma banda com tanta coisa a mostrar. Particularmente não aproveitei o show porque uns homens enormes imediam a minha visão, até mesmo do telão, mas isso é coisa de evento sem noção, que quer colocar milhares de pessoas e vários artistas no mesmo dia, no mesmo palco, dividindo um público nem sempre coeso.
Mas esse ano tudo foi diferente.
Custava R$240,00 o lugar mais barato (a pista pobre). Só pra ter idéia, o rock'n'rio custou coisa de R$20,00 a meia entrada (se a memória não me falha...).
Então, o fato de ser caro me desanimava, mas a carteirinha de estudante me aliviou e por R$120,00 comprei nossos ingressos (meu e do Filipe), numa sexta-feira super chuvosa, num vento do caramba, mas garanti minha presença no evento.
Terça não é dia pra show. Porém eu não poderia reclamar, afinal era a única apresentação da turnê no Brasil que não era em um festival. Ponto pro Rio.
Pista VIP e qualquer outro ingresso já estava esgotado na sexta que antecedia o show. Ainda bem que eu sou pobre, não me decepcionei, mas isso já demonstrava como seria a terça.
Dito e feito. Chegamos às 21:15h, show marcado para às 21:30hs. O inconveniente de ser terça é que se vc tem aula ou trabalho até tarde, ou vc falta ou chega em cima da hora. Como eu estaria no centro mesmo, preferi arriscar num atraso protocolar da banda e não faltei à aula.
Tudo certo, chegamos e vimos uma grande massa aguardando entrar, mas esses estavam só na social, do lado de fora do MAM. Entramos e já estava bem lotado. Tentei um lugar menos pior, afinal eu ainda sou baixa, e menos de 15 minutos depois, a banda sobe no palco. Daí por diante é só demonstração de empatia, técnica e sonoridade. E a galera em êxtase não tem mais por onde cantar as músicas. Pena que o pessoal do fundão é meio blasé de vez em quando, mas eu pude aproveitar bem.
Abriram o show com Bartender e já foi um ótimo começo. Enquanto isso, alguns bobos ainda sofriam naquele estacionamento idiota do Vivo Rio. Ponto pro Filipe que decidiu estacionar em outro lugar :)
Aí Dave se apresenta em português: "Meu nome é Dave Matthews e essa é a Dave Matthews Band". Seguem performances bem à la Dave Matthews (com todas aquelas firulas que o povo gosta) de, Warehouse e You might die trying. Já estava ótimo pra mim, quando percebo os acordes iniciais de Stay or leave. Putz!!! A primeira música que eu mandei pro Filipe na internet, meio lado b da banda (pra mim, pelo menos) e ele tava lá, cantando na minha frente! Isso foi um momento bem UAU! =)
Dali pra frente o que vinha era lucro, até mesmo porque as outras minhas favoritas certamente não ficariam de fora do set list. Não ficaram.
Em ordem não exata, tocaram Ants marching, Satellite, Say goodbye e, claro, #41.
A platéia preparou uma homenagem ao ex-saxofonista, morto em agosto desse ano Leroi Moore. Soltaram uns balões brancos e acho que o pessoal da banda entendeu e ficou emocionado.
Aliás, para substituí-lo, trouxeram Jeff Coffin, que já vem com eles em turnê e estava muito bem no papel. Também se apresentaram com uma guitarra (o que pra mim às vezes é estranho), Tim Reynolds é muito bom no que faz, e por isso acrescentou mais do que fez soar estranho pra mim :)
Além deles, Carlos Malta, um brasileiro - assim anunciado por Dave, subiu ao palco para tocar flautinha (ou outro instrumento que não sei o nome certo). Foi bem bacana.
Bem, já passavam de meia noite e o juiz quer jogo!!! A banda tocando ininterruptamente há quase três horas e nada parecia desanimar ninguém, nem o público, nem Dave e sua turma estavam cansados. Então ok! Vamos continuar!!! Quanto mais melhor! E foi... foram vinte músicas no maior set list apresentado no Brasil e todos pareciam estar gostando bastante da farra. Mas tudo tem um fim, o show foi terminando. Não sem um bis, com direito a mais duas músicas: Burning down the house e Two step que fechou uma das mais belas noites que já presenciei nos palcos do Rio.
Foi memorável.
Pra ver:
Um pequeno trecho da homenagem:
quinta-feira, outubro 02, 2008
classificações interessantes
Rock n' Roll: Pede qualquer coisa com alcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.
Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.
Thrash Metal: Pede gasolina.
Power Metal: Pede uma poção mágica.
Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.
Black Metal: Pede sangue de uma virgem.
White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.
Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.
Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.
Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.
Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.
Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.
Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.
Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.
Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.
Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.
Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.
Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.
New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole
Indie Rock: Pede um refrigerante.
New Wave: Pede água.
quinta-feira, setembro 25, 2008
"A distância não separa-bólica"
Mas depois que li uma crítica do filme, que contava um pouco da história, achei que valia a pena assistir, afinal, falaram que era exatamente o contrário, o cara seria quase um anti-herói e tal.
Convoquei meu acessor para assuntos aleatórios e vimos gratuitamente o filme que, realmente, não parece com nenhum dos personagens da Liga da Justiça.
Mas enfim, não é nada de extraordinário. É legal. É até surpreendente em alguns momentos. Fiquei satisfeita, digamos assim.
Ocorre que uma das coisas que eu achei mais interessantes do filme foi o fato do Hancock ser um tipo mega herói (não leia se não quiser saber mais da história) que no final das contas vai perdendo seus poderes. Mas o que só descobrimos ao final é que isso se dá porque ele está perto de sua ex-esposa, que também tem poderes e não pode ficar perto dele... não sei explicar direito, mas é como se só tivessem mta força separados. Juntos eles são normais, para assim terem uma vida comum, sem serem descobertos.
Falo disso tudo porque acordei com uma dor no pulso esquisita, dor de garganta e um certo resfriado. E normalmente eu não tenho isso. Filipe viajou ontem. Acho que comigo é diferente do filme.
mais sobre o filme aqui:
quinta-feira, setembro 18, 2008
no banho cantando
De repente, não mais que de repente, enquanto estava quietinha me preparando para tomar banho, mas um dia de labuta, num frio do cão em terras cariocas e eis que começo a cantar:
- eu acordei, tirei meu pijama, fui pra minha cama e depois dormiiiiiiii!
Enfim, essa foi a trilha sonora de hoje.
Para quem não lembrou, achei aqui:
quarta-feira, setembro 17, 2008
pausa para utilidade pública
Para quem ainda não sabe, trata-se de um you tube non stop, que serve para aqueles momentos de tédio ou de lazer, e facilita muito a vida de quem apenas deixa o computador ligado passando uns shows.
Funciona como o you tube, mas acho que ele é randômico nos resultados da pesquisa e vai apresentando todas as respostas relacionadas, de maneira ininterrupta.
Assim, se buscas por "Pearl Jam", vão aparecer todas as respostas relacionadas, e vai começar a passar imediatamente o primeiro vídeo com o Eddie. Daí não pára mais!!!
clique aqui para aprender usando: http://www.infinitube.net/pearl+jam
quarta-feira, setembro 10, 2008
concursos parte III
A cretinice.
Vejam bem: a solidariedade é instituo jurídico como anteriormente abordado, mas é sobretudo coisa do homem, ou melhor, coisa do homem de bem. Aliás, eu me pergunto se o tão falado "homem médio" é solidário, porque o que se tem observado nos cursinhos e afins é uma falta de companheirismo sem precedentes. Mas veja bem: toda a regra tem a exceção que a confirma.
Posto isto, passa-se à análise do tema efetivamente em questão, qual seja, a qualidade (ou seria o defeito?) de não ser solidário.
Há os que preferem a criação de grupinhos, máfias ou as tais verdadeiras panelinhas para só nelas usufruir das apostilas e das últimas aulas transcritas daquele professor que é O Tal.
Enfim, nada disso adianta. Certamente na cabeça deles não há vaga para todos e por isso, talvez por puro instinto animalesco de sobrevivência (nossa, como estão atrasados, não?) preferem se fechar em grupos supostamente seletos, para não trocar material. Só pode ser medo.
Azar (deles).
Outro dia, para exemplificar o que ocorre, soube da seguinte história:
Cena 1 (sala de aula):
Menina com apostila grande no colo nota a aproximação de alguém.
Menina com a apostila vira-se para a amiga do lado: - Ih, vou esconder isso, se não todos vão querer.
Cena 2 (no recreio)
Outra pessoa oferece a malfadada apostila à pessoa que viu o objeto ser peremptoriamente escondido. Simples assim.
Cena 3 (em casa)
Por e-mail, a aquela mesma pessos recebeu uma versão mais atual do mesmíssimo material.
É nessas horas que se deve cantar: "o mundo dá tantas voltas, a gente vai se encontrar, quero nas voltas da vida, a sua mão apertar..."
Há.
sexta-feira, agosto 29, 2008
adendo
quinta-feira, agosto 28, 2008
Da série concursos públicos
A solidariedade é a qualidade do que é solidário, uma responsabilidade mútua, uma reciprocidade de interesses e obrigações. Mas isso é o que diz o dicionário para os casos em que essa palavra é utilizada em seu sentido comum, não-jurídico.
No tal do jurisdiquês a solidariedade é, em umas poucas (e simplórias) linhas, uma situação em que várias pessoas têm alguma relação jurídica entre sim, e cada uma delas se obriga por todas e por tudo; ou seja, se eu e você somos solidários na dívida de um carro para João, ele pode cobrar de mim, ou de você, a totalidade do carro.
Assim, pela solidariedade cada um de muitos devedores é obrigado ao cumprimento total da obrigação. Portanto, de certo modo, os solidários respondem uns pelos outros, o que talvez explique o nome dado ao instituto.
Na Constituição de 1988, houve uma previsão expressa de que nós, brasileiros, devemos ser solidários. Vejamos:
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
...
Enfim, isso tudo pra dizer que apesar de tão recorrente, a solidariedade no mundo dos concursos públicos se limita à acepção jurídica mesmo. Retirada as exceções, que confirmam a regra, temos um bando de pessoas que teimam em não colaborar umas com as outras e acham que a vaga delas estará mais perto se não houver coleguismo e cooperação, porque ajudar o outro pode acabar de prejudicando.
Inacreditável.
quarta-feira, agosto 27, 2008
Dos Mitos nos Concursos Públicos
Iniciando a série sobre concursos:
Já foi matéria de discussão até mesmo em tópico de fóruns de debate. Não sei quem
inventou, mas existem várias lendas e mitos nos concursos públicos da
vida.
Pode-se, inclusive, classificar as histórias de acordo com a matéria: i) subjetiva: aquelas que levam em conta o sujeito candidato. Subdivide-se em ativa e passiva, dependendo do foco. A subjetiva ativa trata de pessoas que passaram em concursos por conhecimento alheio e não próprio, e a subjetiva passiva trata dos que passam por experiências positivas em vários concursos; ii) objetiva: aquela em que se discute a pertinência temática do assunto ou questão abordada no certame; iii) mítica: aquela em que são elencados atos religiosos ou superticiosos para lograr êxito na prova; e por fim, iv) técnica: aquela em que se demonstra de maneira técnica e especializada alguma vantagem em adotar prática de determinada conduta, ligada a ações concretas.
Temos como exemplos os seguintes casos:
1) Lenda subjetiva ativa: Ex.: É aquela em que o filho do Desembargador tal passou em primeiro lugar porque, bem, é óbvio o porquê.
Lenda subjetiva passiva: Ex.: o colega que passou em todos os concursos que fez; o que passou e não quis tomar posse; o que já era juiz e fez novamente o concurso para ver que passava...
2) Como exemplo de mito objetivo temos as clássicas questões de provas orais, tais como: Qual a natureza jurídica do peixe? (Magistratura Estadual RJ); Que presidente dos EUA colocou a frase "In God we trust" na nota do dólar? (Magistratura federal 1ª Região); Qual a natureza juríca da Zona Franca de Manaus? e Qual a origem da palavra Fazenda? (Magistratura federal).
3) No caso da lenda mítica temos: Comprar um livro novo, deixá-lo em baixo do travesseiro e dormir com ele até sentir-se seguro das informações nele contidas ou ainda fazer a novena para o santo protetor dos estudantes.
4) A lenda técnica pode ser observada no caso da utilização de apetrechos que irão produzir melhor resultados nas provas, como por exemplo a caneta marca-texto de cor lilás, que propicia a melhor memorização, bem como o papel amarelo, que por suas propriedades amarelísticas é mais funcional no momento da decoreba.
Diante dessa abundância de informações nem sempre providas de veracidade e cuja fonte não se conhece, está o pobre do concursando, que além de devorar os livros jurídicos ainda tem que conseguir algum discernimento para verificar o que é joio e o que é trigo nessa vida louca.
quinta-feira, agosto 21, 2008
pequena prece

eu e meu 1/4 de século
Entretanto, me sinto meio velha, afinal, são 25 anos nas costas, já fiz muita coisa nesse tempo, e isso também é verdade.
Outro dia, conversando com um amigo mais velho (mas nem tanto assim) lembrávamos que eu, com então 17 anos, achava que ele com 25 era velho. Coisas de início de faculdade. De um mundo novo que se abre, de tabus que se quebram. Tá certo que ele aparentava ter um pouco mais que os 25, mas mesmo assim, considerá-lo velho foi bastante equivocado, embora hoje, quase lá, eu já esteja me sentindo mais senhora. Velha talvez seja exagerado, mas não posso mais me considerar mais uma trainee na vida (apesar de saber que estamos sempre em constante aprendizado).
Em pouco tempo, lá pelos vinte e poucos, fazemos muitas e importantes escolhas, definimos muito do que seremos no futuro. Esse é o meu tempo. Talvez 25 seja o melhor momento para se refletir se estamos escolhendo certo.
Plantar, escrever e parir são exemplos das responsabilidades de agora. Que os 25 tragam sabedoria e maturidade para encarar o que vier pela frente.
Inferno astral deveria estar dando as caras, mas to tranquila.
Oxalá.
sexta-feira, agosto 08, 2008

quinta-feira, julho 31, 2008
o tal do dia do orgasmo
Apareço por aqui apenas para não deixar às moscas este belo espaço e pra falar que quem é de verdade sabe quem é de mentira.
Próximos posts no porvir.
terça-feira, junho 24, 2008
Sobre o nada
Seria capaz de escrever sobre cada uma delas. Talvez cada uma delas rendesse posts grandes, e quem sabe, grandes posts.
Acabo esquecendo de todas, religiosamente.
Não escrevo sobre nada.
Talvez eu devesse andar com um caderninho anotando toda a miscelânea de idéias que eu tenho sobre cada uma das coisas engraçadas que acontecem. Poderia ter um caderninho de idéias sim, mas eu não sou jornalista.
Poderia também escrever sobre as coisas que diariamente me irritam. Essas seriam menos prazerosas, mas igualmente interessantes de se escrever, forma de desabafo. Mas igualmente esqueço delas. De fato, prefiro acreditar que as que me irritam são menos importantes.
Por fim, poderia escrever sobre as ironias da vida. Nada é por acaso. O acaso não existe. Coisa e tal. Fatos inacreditavelmente coincidentes. Acontecem sim.
No entanto, não escrevo. Fico naquela de escrever sobre o nada. Quem sabe depois de tanto insistir eu não chego à Seinfeld?
segunda-feira, junho 16, 2008
neurose estudantil
Continuo?
Opa, começo. Esse é o termo. A parada do blog foi estratégica e sábia. Tirei umas férias. Não viajei nem pra Nova Iguaçu, mas dei uma trégua no mundo cibernético.
Limpei armário, comprei cadernos e canetas, voltei pra academia.
Coisas que estava bastante no fim da lista foram feitas, outras ainda por fazer, mas vamos aos poucos.
Agora comecei a estudar. Ficarei menos tempo em casa, se é que isso é possível. O estresse diário é centena de vezes menor, mas a espada na cabeça (na minha cabeça) é indescritível. Nem bem começo já rola uma prova que eu queria, rola um desespero de quem não tem tempo e uma frustração de que possivelmente será tudo em vão.
Mas as coisas são assim, as neuróticas querem um cerimonial lindo e se descabelam por meia dúzia de forminhas mais baratas. As concurseiras - igualmente neuróticas - se desanimam com a falta de tempo X quantidade de matéria no edital.
Sim, problemas existem para todos e para tudo existe um tempo no reino dos céus. O meu vai chegar, talvez não tão em breve (porque afinal comecei tem 3 semanas) mas vai chegar (porque O Segredo mandou ter pensamento positivo).
Até lá eu fico lendo informativo do STJ e STF. Fica a dica, pras outras neuróticas de plantão.
sexta-feira, maio 09, 2008
dia Zero
É chegado o grande dia. A hora de partir.
Engraçado porque eu já tive essa sensação aqui mesmo, outra vez. Mas era tudo tão diferente...
Há bastante alívio no ar, em outros tempos havia muita tristeza.
Acho que em pouco tempo amadurecemos bastante.
Aguardo novas realizações. Aguardo mais tempo, mais vida, mais felicidade.
Amém.
segunda-feira, maio 05, 2008
5; 4 e 1/2...
Mais um final de semana se passou, depois de um feriado.
São duas coisas bem legais: final de semana e feriado.
Ultimamente tenho tentado valorizar ao máximo esses dias, mas agora, apesar da expectativa de novamente tê-los de volta, sei que os dias de semana não serão mais iguais.
Faltam poucos dias, poucos dias de semana.
Outro dia me falaram que não há melhor sensação do que estar demissionária. Concordo, mas nem tanto. Podia concordar mais.
Acho que quem pensa assim acaba por pensar apenas nas respostadas e na sensação de superioridade, tipo:
Chefe: - Você não está fazendo isso direito.
Demissionário: - Ah é? E aí? Vai me demitir?
Em outras palavras, você tem o super-trunfo: Pô, malandro, vai fazer o que comigo? Me mandar embora? Eu mesmo já me mandei!
Mas isso são outros 550.
Não me sinto feliz por estar deixando o trabalho. Pelo contrário, gostava desse sofrimento diário com recompensa pecuniária mensal.
Em que pese eu saber que a recompensa dessa dedicação toda não é só o dinheiro, ele é parte inevitável da relação, assim como a doidice foi a parte que me impulsionou a jogar tudo pro alto, me revestir de coragem e sair da mesmice.
Sim, acho que estou mais feliz por essa sensação de sair do comodismo, de saber que agora FU... vamos ter que ir lá e fazer tudo de novo.
sexta-feira, maio 02, 2008
7...
É isso aí. Começou a contagem regressiva.
Coragem é uma palavra que começou a entrar no meu vocabulário. Ou seria desespero? Doidice mesmo?
Sei lá... mas que eu me sinto meio doida ultimamente, isso realmente eu me sinto.
Afinal, num mundo desses difícil de se arrumar uma colocação na vida, eu resolvo destraçar o caminho outrora traçado pra enfrentar um mundo novo? “A whole new world" cantado por passarinhos pueris atrás dos umbrais de meu castelo...
Tra lá lá.
Basta-me a sensação de alívio, porque a de aflição eu quero esquecer rapidinho.
Daqui a uns poucos dias eu começo meu novo projeto, que pode ou não dar certo, mas que com certeza vai mudar meus paradigmas.
Vou contar melhor em novos posts, os quais, inclusive poderão servir de um outro novo projeto, dentro desse... explicando melhor: vida de concurseiro deve ser um ótimo blog. Não tenho lido muitos (blogs) sobre esse assunto – AINDA. Acho que tem mais noiva neurótica na internet do que blogonauta querendo contar como passar ou não nas provas da CESPE... De todo modo, eu posso estar sendo seletiva na busca dos blogs, se é que as meninas me entendem.
It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.