Não, eu não estava viciada em procurar notícias sobre o novo casal da moda. Apenas me interesso pelos dois artistas, gosto das músicas e tive a curiosidade natural de acompanhar o que a mídia faz se tormar público, mas que na verdade só diz respeito a eles...
Enfim, mudando de assunto, me ocorreu que estamos quase no final do ano, ou melhor, já estamos no fim de 2008 mesmo, e agora começaram aquelas coisas de festas, boas festas, votos de feliz ano novo, amigo oculto e ceias engordativas.
O post de estréia desse blog foi sobre minha opinião particular sobre esta época do ano...
Natal?! Presentes?! Peru?! Rabanada?! Amigo oculto?! ho ho ho me poupem.
Não gosto da coisa materialista que o Natal se transformou, não ganho 13° (só ganhei um ano em minha vida e o valor era proporcional, ou seja, nem contou), e não tenho disposição pra shoppings lotados e presentes a comprar.
Mas eu ADORO receber presentes, então, a época é boa se as pessoas forem generosas comigo ;)
Eu até gosto muito de presentear meus amigos e familiares, mas esse ano, vai rolar uma dreprê básica, pq sem salário não vou ter com o que comprar. A não ser que aceitem como moeda de troca, apostilas do último módulo do Sarmento, Capanema, Guilherme Peña... aí a gente pode começar a conversar.
É isso, enquanto o dinheiro não vem, vou pensar em soluções alternativas para presentes (leia-se baratas, ou self-made mesmo) e fugir com todas as minhas forças dos amigos-ocultos que aparecerem... Aliás, sobre a minha sorte com eles eu posto em um outro capítulo, vale a pena, ou melhor, não vale pra mim não...
quarta-feira, novembro 26, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
agora é oficial
Parece que resolveram assumir. Mallu e Camelo estão namorando, ao menos é o que diz a globo.com.
Estava realmente óbvio.
Em baixo o vídeo de Tchubaruba, uma das melhores.
Estava realmente óbvio.
Em baixo o vídeo de Tchubaruba, uma das melhores.
segunda-feira, novembro 17, 2008
olhaaaaaaa
Bem que eu falei aqui que a coisa tava ficando séria. Pra quem frequenta a globo.com, já deve ter visto isso:

Além disso, tem a letra da música que fizeram juntos, que por sinal é lindinha mesmo. Adorei. Afinal, um ex-hermanos não faria nada de ruim. Mas digam, será que só eu percebi uma certa declaração na letra?
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together
Cause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I'll let you stay with me if you surrender)

Além disso, tem a letra da música que fizeram juntos, que por sinal é lindinha mesmo. Adorei. Afinal, um ex-hermanos não faria nada de ruim. Mas digam, será que só eu percebi uma certa declaração na letra?
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together
Cause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I'll let you stay with me if you surrender)
sábado, novembro 15, 2008
fofocas dos jornais
Hoje acordei e li uma notinha no jornal sobre o novo fenômeno da música indie nacional, Mallu Magalhães.
Segundo o jornal, que não era desses sensacionalistas, ela e Marcelo Camelo, ex-Los Hermanos, estariam de namorico.
Assim, Mallu é uma fofa, um sucesso de internet que explodiu porque além de pais abastados tem talento sim. Ela faz um sonzinho no estilinho que eu gosto muito e indica como uma das influências Belle and Sebastian, que é uma banda sensacional pouco conhecida do cenário pop mas que já fez show no Brasil e lotou o Tim festival.
Enfim, Mallu é legal sim. Mas é meio monga também. Nada contra. Ela é fofa e talentosa, mas algo me diz que ela não tem o comportamento comum de uma menina de 15/16 anos. Não uma dos dias atuais. Pode ser que a família tenha a criado de maneira a permitir que ela guardasse até os 15 aquela fala mansa e desconexa de meninas de 9 anos, mas há quem diga que um retardo mental explicaria melhor a situação.
Sinceramente, não me importo. As músicas dela são lindinhas, meigas como ela e me agradam bastante.
Mas daí a acreditar que o Camelo estaria a namorando foi demais. Tipo, eles fizeram música juntos, tem o mesmo estilo (ou ao menos parecido), mas ele é bem velho pra ela... achei que era mais um desses boatos e até fiquei com pena da garota.
Aí fui procurar na internet (sempre ela) e eis o que descubro:
Na boa, depois disso eu continuo achando que para 16 ela é meio lenta e que, sim, eles estão se pegando bonito.
Segundo o jornal, que não era desses sensacionalistas, ela e Marcelo Camelo, ex-Los Hermanos, estariam de namorico.
Assim, Mallu é uma fofa, um sucesso de internet que explodiu porque além de pais abastados tem talento sim. Ela faz um sonzinho no estilinho que eu gosto muito e indica como uma das influências Belle and Sebastian, que é uma banda sensacional pouco conhecida do cenário pop mas que já fez show no Brasil e lotou o Tim festival.
Enfim, Mallu é legal sim. Mas é meio monga também. Nada contra. Ela é fofa e talentosa, mas algo me diz que ela não tem o comportamento comum de uma menina de 15/16 anos. Não uma dos dias atuais. Pode ser que a família tenha a criado de maneira a permitir que ela guardasse até os 15 aquela fala mansa e desconexa de meninas de 9 anos, mas há quem diga que um retardo mental explicaria melhor a situação.
Sinceramente, não me importo. As músicas dela são lindinhas, meigas como ela e me agradam bastante.
Mas daí a acreditar que o Camelo estaria a namorando foi demais. Tipo, eles fizeram música juntos, tem o mesmo estilo (ou ao menos parecido), mas ele é bem velho pra ela... achei que era mais um desses boatos e até fiquei com pena da garota.
Aí fui procurar na internet (sempre ela) e eis o que descubro:
Na boa, depois disso eu continuo achando que para 16 ela é meio lenta e que, sim, eles estão se pegando bonito.
sexta-feira, novembro 14, 2008
Make it work!!!!
Meu novo vício chama-se Projec Runway.
Na verdade não é novo, é velho porque já tem um pouco mais de um mês e nesse tempo fui capaz de ver todas as 5 temporadas na internet.
Aqui no Brasil está terminando a quarta, que sem dúvida, é a que tem mais gente competente. Talvez tenha sido a mais morna, mas em termos de quem sabe fazer roupa com um pano cru, em até menos de um dia, essa é a melhor.
As outras tiveram mais intrigas e lembravam mais um BBB, mas essa vale pelo conjunto todo. E antes que pensem não se trata de mais um reality é uma proposta um pouco diferente, até porque tem eliminações, mas quem julga são sempre 3 jurados, dois dos quais normalmente são os mesmos e enfim, não tem ligações do público para saber quem deve sair.
É bem bacanoso, fora que a vontade imediata é pegar qualquer pedaço de pano e sair costurando.
Ah, e claro, é programa para as mulheres.
O que já me fez ouvir, depois de um convite ao namorado: vamos ver Projec Runway?
-"Lembra, me-ni-no."
ps: testando o analytics
Na verdade não é novo, é velho porque já tem um pouco mais de um mês e nesse tempo fui capaz de ver todas as 5 temporadas na internet.
Aqui no Brasil está terminando a quarta, que sem dúvida, é a que tem mais gente competente. Talvez tenha sido a mais morna, mas em termos de quem sabe fazer roupa com um pano cru, em até menos de um dia, essa é a melhor.
As outras tiveram mais intrigas e lembravam mais um BBB, mas essa vale pelo conjunto todo. E antes que pensem não se trata de mais um reality é uma proposta um pouco diferente, até porque tem eliminações, mas quem julga são sempre 3 jurados, dois dos quais normalmente são os mesmos e enfim, não tem ligações do público para saber quem deve sair.
É bem bacanoso, fora que a vontade imediata é pegar qualquer pedaço de pano e sair costurando.
Ah, e claro, é programa para as mulheres.
O que já me fez ouvir, depois de um convite ao namorado: vamos ver Projec Runway?
-"Lembra, me-ni-no."
ps: testando o analytics
quarta-feira, novembro 12, 2008
constatações ainda sobre shows
Lembrei-me de mais um memorável show que compareci também na Arena-multiuso-longe-pra-kacete.
Ozzy.
E esse show, apesar de estarmos em cadeiras (desta vez nível 1 porque ainda trabalhava e ainda não havia crise econômica), foi bizarro.
Shows de metal, cujas minhas experiências são poucas, são na minha opinião o resumo da paixão do fã pela música e por quem está ali no palco fazendo o que sabe de melhor.
Era um festival, tinham umas duas outras bandas antes, Black Label Society e Korn, mas o dono da festa era o Sr. Ozzy, que com todo o respeito fez um belo show, mesmo com todas as suas limitações que sua vida pregressa lhe impõe.
Lindo.
O show contou com a maior parte dos sucessos solo e alguns do Black Sabbath que fizeram todos urrarem do início ao fim. Eu também tinha uma ampla visão da platéia e vi que ninguém estava ali pra brincadeira. Era toda uma paixão, comparada à nação rubro-negra no Maracanã em dia de decisão.
No último evento em que lá estive, ouso comparar a platéia a brasileiros vendo um jogo de cricket. Talvez por faltar essa fidelidade passional aos fãs de Michel Stipe & Cia. Pena, porque eles realmente merecem o reconhecimento.
No mais, aguardo ansiosa os próximos acontecimentos showzísticos, considerando que esse ano o Brasil, aliás, o Rio foi bastante agraciado com belas presenças internacionais. Que venham mais e sempre.
Dia 29/11, em grande estilo, novamente na Arena-muito-longe-de-tudo.
Ozzy.
E esse show, apesar de estarmos em cadeiras (desta vez nível 1 porque ainda trabalhava e ainda não havia crise econômica), foi bizarro.
Shows de metal, cujas minhas experiências são poucas, são na minha opinião o resumo da paixão do fã pela música e por quem está ali no palco fazendo o que sabe de melhor.
Era um festival, tinham umas duas outras bandas antes, Black Label Society e Korn, mas o dono da festa era o Sr. Ozzy, que com todo o respeito fez um belo show, mesmo com todas as suas limitações que sua vida pregressa lhe impõe.
Lindo.
O show contou com a maior parte dos sucessos solo e alguns do Black Sabbath que fizeram todos urrarem do início ao fim. Eu também tinha uma ampla visão da platéia e vi que ninguém estava ali pra brincadeira. Era toda uma paixão, comparada à nação rubro-negra no Maracanã em dia de decisão.
No último evento em que lá estive, ouso comparar a platéia a brasileiros vendo um jogo de cricket. Talvez por faltar essa fidelidade passional aos fãs de Michel Stipe & Cia. Pena, porque eles realmente merecem o reconhecimento.
No mais, aguardo ansiosa os próximos acontecimentos showzísticos, considerando que esse ano o Brasil, aliás, o Rio foi bastante agraciado com belas presenças internacionais. Que venham mais e sempre.
Dia 29/11, em grande estilo, novamente na Arena-muito-longe-de-tudo.
segunda-feira, novembro 10, 2008
Rapid Eyes Moviment
Mais um para minha lista de shows que queria ir e fui =)
Seguindo a onda de fazer pequenos resumos dos shows, aproveito para falar do ocorrido em 08.11.08, no HSBC Arena.
Primeiramente, o show foi num sábado, o que já facilita as coisas para quem trabalha ou estuda. Isso foi bom.
Mas daí por diante tudo que envolveu o show não foi, digamos, perfeito. Nada que maculasse o trabalho de Michael Stipe & Cia., que continua sendo muito além de honesto.
A Arena é muito longe. Os ingressos estavam muito caros, o que nos obrigou a refletir até o último minuto se o REM merecia o dinheiro empenhado. Merece sim. Mas pagar mais de cem reais pela pista de pobre é fogo. Porque agora em todos os lugares entrou a moda de se cobrar mais para ficar mais perto do seu ídolo. É o capitalismo exacerbado controlando até mesmo as paixões dos fãs. Se você tem mais dinheiro, ótimo, vc ficará na pista vip, verá seu ídolo de perto e nem precisará de muito esforço para isso. Basta chegar com uma meia hora de antecedência que está tudo bem.
Agora se vc não tem tanta grana, se ferra aí e chega muito mais cedo pra tentar pegar um lugar menos pior dentre os que ficam atrás da pista dos abastados.
Mas isso agora é praxe, não é problema só da Arena. O que é problema da Arena é o esquema de vendas idiota. Não há postos de venda onde se possa comprar um ingresso, ainda que com taxa de conveniência. Tanto nos "postos" quanto na internet só se compra um voucher de ingresso que deve ser trocado lá na Arena, até uma hora antes do show. E digamos que a Arena não é um lugar perto de muita coisa, portanto, se vc não mora no Rio 2, vc terá que pagar a taxa de inconveniência e terá que se despencar para lá, horas antes do show para trocar seu voucher. Prático, não?
Mas superados os problemas de logística, fomos para o show, empolgados até um certo ponto. O que mais me motivava era o fato de não tê-los visto no Rock in Rio, e essa seria a minha nova chance, que não desperdicei.
Enfim, ficamos na cadeira nível 3, pela qual pagamos 75 pilas pela meia entrada com taxas. Era alto, sabíamos disso, mas pelo menos dava pra sentar.
E foi ótimo sentar. Porque o show de abertura foi legal, mas mostrou um guitarrista do Barão empolgado em músicas instrumentais desconhecidas. Nada de demais, mas foi interessante. REM entrou, então, finalmente às 22:30 e começou o esquenta com músicas que nem eu, nem a platéia da qual eu tinha plena visão, conheciam. Morno.
Com certeza eles são uma grande banda, com poesia e paixão pelo que fazem. As músicas são sensacionais, as letras inspiradoras. Mas, pra mim, faltou bom senso no set list. Na verdade até que eles foram bem legais ao colocar os sucessões de sempre como Losing my religion, The one I love e It´s the end of the world as we know it. Mas parecia que as pessoas em geral não estavam curtindo tanto quanto poderiam. Foi definitivamente morno.
Porém, feita à crítica, talvez mais à platéia do que aos músicos, sobrou uma grande apresentação, sem firulas, sem rodeios, apenas eles e o que eles sabem fazer: boa música. Parte de eu ter achado o show fraco foi o fato de não conhecer nem metade das músicas (e acho que a platéia em geral também não), e olha que eu conheço razoavelmente eles, mas não o último CD. De fato, como banda, estiveram impecáveis na execução da coisa toda.
Pontos altos como Everybody hurts e Man on the moon me fizeram feliz por ter ido. Mas lembrar da catarse que foi DMB dias atrás não contribui para que eu melhore minha impressão sobre o show de 08.11.08.
Aqui, um momento memorável do show:
Seguindo a onda de fazer pequenos resumos dos shows, aproveito para falar do ocorrido em 08.11.08, no HSBC Arena.
Primeiramente, o show foi num sábado, o que já facilita as coisas para quem trabalha ou estuda. Isso foi bom.
Mas daí por diante tudo que envolveu o show não foi, digamos, perfeito. Nada que maculasse o trabalho de Michael Stipe & Cia., que continua sendo muito além de honesto.
A Arena é muito longe. Os ingressos estavam muito caros, o que nos obrigou a refletir até o último minuto se o REM merecia o dinheiro empenhado. Merece sim. Mas pagar mais de cem reais pela pista de pobre é fogo. Porque agora em todos os lugares entrou a moda de se cobrar mais para ficar mais perto do seu ídolo. É o capitalismo exacerbado controlando até mesmo as paixões dos fãs. Se você tem mais dinheiro, ótimo, vc ficará na pista vip, verá seu ídolo de perto e nem precisará de muito esforço para isso. Basta chegar com uma meia hora de antecedência que está tudo bem.
Agora se vc não tem tanta grana, se ferra aí e chega muito mais cedo pra tentar pegar um lugar menos pior dentre os que ficam atrás da pista dos abastados.
Mas isso agora é praxe, não é problema só da Arena. O que é problema da Arena é o esquema de vendas idiota. Não há postos de venda onde se possa comprar um ingresso, ainda que com taxa de conveniência. Tanto nos "postos" quanto na internet só se compra um voucher de ingresso que deve ser trocado lá na Arena, até uma hora antes do show. E digamos que a Arena não é um lugar perto de muita coisa, portanto, se vc não mora no Rio 2, vc terá que pagar a taxa de inconveniência e terá que se despencar para lá, horas antes do show para trocar seu voucher. Prático, não?
Mas superados os problemas de logística, fomos para o show, empolgados até um certo ponto. O que mais me motivava era o fato de não tê-los visto no Rock in Rio, e essa seria a minha nova chance, que não desperdicei.
Enfim, ficamos na cadeira nível 3, pela qual pagamos 75 pilas pela meia entrada com taxas. Era alto, sabíamos disso, mas pelo menos dava pra sentar.
E foi ótimo sentar. Porque o show de abertura foi legal, mas mostrou um guitarrista do Barão empolgado em músicas instrumentais desconhecidas. Nada de demais, mas foi interessante. REM entrou, então, finalmente às 22:30 e começou o esquenta com músicas que nem eu, nem a platéia da qual eu tinha plena visão, conheciam. Morno.
Com certeza eles são uma grande banda, com poesia e paixão pelo que fazem. As músicas são sensacionais, as letras inspiradoras. Mas, pra mim, faltou bom senso no set list. Na verdade até que eles foram bem legais ao colocar os sucessões de sempre como Losing my religion, The one I love e It´s the end of the world as we know it. Mas parecia que as pessoas em geral não estavam curtindo tanto quanto poderiam. Foi definitivamente morno.
Porém, feita à crítica, talvez mais à platéia do que aos músicos, sobrou uma grande apresentação, sem firulas, sem rodeios, apenas eles e o que eles sabem fazer: boa música. Parte de eu ter achado o show fraco foi o fato de não conhecer nem metade das músicas (e acho que a platéia em geral também não), e olha que eu conheço razoavelmente eles, mas não o último CD. De fato, como banda, estiveram impecáveis na execução da coisa toda.
Pontos altos como Everybody hurts e Man on the moon me fizeram feliz por ter ido. Mas lembrar da catarse que foi DMB dias atrás não contribui para que eu melhore minha impressão sobre o show de 08.11.08.
Aqui, um momento memorável do show:
Assinar:
Postagens (Atom)
It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.