quinta-feira, setembro 25, 2008

"A distância não separa-bólica"

Hancock é um filme que primeiro não queria ver, achei que fosse mais um desses heróis esquisitos que são verdes ou usam cueca por cima da calça. Normalmente não me emociono com essas coisas, nem os efeitos especiais me animam muito. Deve ser porque não sou menino.

Mas depois que li uma crítica do filme, que contava um pouco da história, achei que valia a pena assistir, afinal, falaram que era exatamente o contrário, o cara seria quase um anti-herói e tal.

Convoquei meu acessor para assuntos aleatórios e vimos gratuitamente o filme que, realmente, não parece com nenhum dos personagens da Liga da Justiça.

Mas enfim, não é nada de extraordinário. É legal. É até surpreendente em alguns momentos. Fiquei satisfeita, digamos assim.

Ocorre que uma das coisas que eu achei mais interessantes do filme foi o fato do Hancock ser um tipo mega herói (não leia se não quiser saber mais da história) que no final das contas vai perdendo seus poderes. Mas o que só descobrimos ao final é que isso se dá porque ele está perto de sua ex-esposa, que também tem poderes e não pode ficar perto dele... não sei explicar direito, mas é como se só tivessem mta força separados. Juntos eles são normais, para assim terem uma vida comum, sem serem descobertos.

Falo disso tudo porque acordei com uma dor no pulso esquisita, dor de garganta e um certo resfriado. E normalmente eu não tenho isso. Filipe viajou ontem. Acho que comigo é diferente do filme.

mais sobre o filme aqui:

quinta-feira, setembro 18, 2008

no banho cantando

A mente humana tem umas coisas que ninguém ousa entender.

De repente, não mais que de repente, enquanto estava quietinha me preparando para tomar banho, mas um dia de labuta, num frio do cão em terras cariocas e eis que começo a cantar:

- eu acordei, tirei meu pijama, fui pra minha cama e depois dormiiiiiiii!

Enfim, essa foi a trilha sonora de hoje.

Para quem não lembrou, achei aqui:

quarta-feira, setembro 17, 2008

pausa para utilidade pública

Fui apresentada ao infinitube tem menos de um mês, e realmente é genial.

Para quem ainda não sabe, trata-se de um you tube non stop, que serve para aqueles momentos de tédio ou de lazer, e facilita muito a vida de quem apenas deixa o computador ligado passando uns shows.

Funciona como o you tube, mas acho que ele é randômico nos resultados da pesquisa e vai apresentando todas as respostas relacionadas, de maneira ininterrupta.

Assim, se buscas por "Pearl Jam", vão aparecer todas as respostas relacionadas, e vai começar a passar imediatamente o primeiro vídeo com o Eddie. Daí não pára mais!!!

clique aqui para aprender usando: http://www.infinitube.net/pearl+jam

quarta-feira, setembro 10, 2008

concursos parte III

Ainda sobre a solidariedade nos concursos, tenho que abordar um tema que poderia ter ocorrido com qualquer concurseiro de plantão, e portanto, passível de ser matéria deste humilde espaço virtual.

A cretinice.

Vejam bem: a solidariedade é instituo jurídico como anteriormente abordado, mas é sobretudo coisa do homem, ou melhor, coisa do homem de bem. Aliás, eu me pergunto se o tão falado "homem médio" é solidário, porque o que se tem observado nos cursinhos e afins é uma falta de companheirismo sem precedentes. Mas veja bem: toda a regra tem a exceção que a confirma.
Posto isto, passa-se à análise do tema efetivamente em questão, qual seja, a qualidade (ou seria o defeito?) de não ser solidário.

Há os que preferem a criação de grupinhos, máfias ou as tais verdadeiras panelinhas para só nelas usufruir das apostilas e das últimas aulas transcritas daquele professor que é O Tal.

Enfim, nada disso adianta. Certamente na cabeça deles não há vaga para todos e por isso, talvez por puro instinto animalesco de sobrevivência (nossa, como estão atrasados, não?) preferem se fechar em grupos supostamente seletos, para não trocar material. Só pode ser medo.

Azar (deles).

Outro dia, para exemplificar o que ocorre, soube da seguinte história:

Cena 1 (sala de aula):
Menina com apostila grande no colo nota a aproximação de alguém.
Menina com a apostila vira-se para a amiga do lado: - Ih, vou esconder isso, se não todos vão querer.
Cena 2 (no recreio)
Outra pessoa oferece a malfadada apostila à pessoa que viu o objeto ser peremptoriamente escondido. Simples assim.
Cena 3 (em casa)
Por e-mail, a aquela mesma pessos recebeu uma versão mais atual do mesmíssimo material.

É nessas horas que se deve cantar: "o mundo dá tantas voltas, a gente vai se encontrar, quero nas voltas da vida, a sua mão apertar..."

Há.

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.