sexta-feira, junho 30, 2006

Neste momento tenho 13 contestações para fazer.
Não sei ao certo o prazo, mas sei que todas terão que estar prontas até no máximo uma semana... Às vezes me impressiona a capacidade que eu tenho de me encalacrar. ou será ganância?
melhor pensar que sou fruto desse capitalismo selvagem mesmo.

continuo não usando maiúsculas com freqüência.

enquanto isso, no bairro que nunca sai de você (mesmo que você saia dele) continuam acontecendo coisas bizarras e ninguém faz nada.
nem o síndico.
fazer o quê?
a melhor proposta até agora é ir embora pra Pasárgada, ou então aceitar as palavras do príncipe em seu corcel negro e fugir pra outro lugar.

mas, sejamos práticos: meu monitor está tremendo, eu to com sono e ainda tenho 13 contestações pra fazer, e menos uns 7 minutos pra executar a tarefa.

no entanto, o que devo lembrar desse dia é:

é tão legal ter coisas legais pra se comemorar todo mês...

ps: aliás, comvém compartilhar isso aqui http://www.youtube.com/watch?v=tXSMtrzDh4k&mode=related&search=get%20along%20gang

quarta-feira, junho 14, 2006

O que temos é o que nos resta...

Quem inventou o feriado deveria ser abençoado por Deus com um tipo de indulgência plenária tão poderosa que o fizesse ser adorado por todos, de todas as religiões, inclusive, pelos à toas (sim eu sei que é ateus, mas permita-me a licença poética).

Não que quem tenha inventado o trabalho deve ser martirizado ou excomungado. Não. Aliás, louvado seja o criador do trabalho porque somente através dele tem-se a real possibilidade de se adquirir DINHEIRO.

AHÁ!

Nele reside todo o problema. A vida sem dinheiro poderia ser muito mais proveitosa e pacata. Feliz e descomplicada. Mas alguém, do alto de seu egoísmo ou avareza inventou a necessidade de se realizar trocas não apenas por objetos similares, mas por um papel que se convencionou chamar de moeda. Enfim, daí para partir para o acúmulo de despesas foi realmente um pulo.

Sendo assim, nos resta o trabalho para tentar adquirir dinheiro, para poder arrumar uma vida tranqüila e pacata que teríamos se algum desgraçado não tivesse inventado esse tal de papel moeda que teimamos em ter que acumular.

Não podíamos ser ainda apenas caçadores e coletores? Adão e Eva não poderiam ter vivido felizes para sempre no paraíso? A Amélia não poderia continuar sendo a mulher de verdade?!

Bem, enquanto não descubro qual será a nova máxima do milênio, voltarei para minha jornada de trabalho. Agraciada com a verdade de que amanhã será feriado e que eu ainda tenho um emprego para me prover dinheiro (ainda não tanto quanto eu gostaria, mas o início é sempre no primeiro degrau).

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.