terça-feira, abril 22, 2008

ui

Agora é sério.

 

Sem choro nem vela.

 

I quit I quit I quit (com direito à dancinha e repetindo as palavras de um post que está registrado aqui, faz algum tempo).

 

Então é isso, talvez eu apareça mais por aqui, ou não. Vou me dedicar a uma vida reclusa, de sacrifícios em prol de uma meta maior – e espero que correta.

Não é de hoje que me faltava coragem para tomar essa decisão, mas uma conspiração dos céus fez com que esse fosse o momento escolhido. Não sei se o melhor momento, mas o momento escolhido e ponto. Espero, também, que seja o melhor momento.

 

Por enquanto é só pessoal.

terça-feira, abril 15, 2008

To everything there is a season

Acordada lá depois de longo cochilo, sorriu para o sol que teimava em aparecer por entre as nuvens.

Pegou seu Ray-ban e pôs no focinho pra tentar enxergar melhor as coisas. Apesar de ver tudo mais preto achou que assim estava mais style.

Sentada em Merca permaneceu, até que resolveu pensar mais um pouco. Afinal, o que são algumas horas para quem ficou tanto tempo na Merca?

Refletiu sobre o tempo, as coisas que aconteceram no caminho de tijolos de ouro e dos amigos que deixou pelo caminho. Fazia tempo que só poucos a acompanhavam... e antes daquele momento derradeiro ela estava só. Mas naquele instante começaram a chegar uns poucos novos habitantes e começaram a conversar. Assim, pra ver qual é, como na sala de espera do médico que atrasa.

Então ela parou na Merca, mas só por mais um tempinho.

Os passarinhos começaram a cantar: “Turn Turn Turn...”

Sair da Merca agora tornou-se seu principal objetivo.

segunda-feira, abril 14, 2008

Déjà vu

De repente ela se viu passeando num jardim bem verdinho e com coelhinhos pulando pelos quatro cantos.

Estava sozinha. Cantava e praguejava, alternadamente, lembrando-se das últimas coisas que tinham acontecido.

Então olhou para a frente e viu três caminhos a seguir, sem qualquer placa ou indicação. A estrada de tijolos de ouro tinha acabado. Olhou para trás e viu uma plaquinha no sentido contrário: Bem-vindo à Merca. Estava saindo de Merca e não sabia.

- Que maravilha!

- Tanto tempo andando e nem percebi que estava na Merca!

Mas nesse instante tomou consciência de que agora não tinha volta. Ou ficava em Merca ou escolhia um dos três novos caminhos.

Sentou pra refletir e dormiu. A tartaruga, nesse interregno, passou por ela e até hoje ela não sabe qual caminho a danada da lerdinha escolheu.

Depois de um sono profundo achou melhor rezar. Escolheu, então, ficar parada por mais alguns minutos, à espera de um milagre.

 

 

 

 

quinta-feira, abril 10, 2008

ganhei um prêmio

Esqueci de contar: fui notoriamente citada no blog da minha amiga jornalista (vide link na coluna ao lado: Pensando alto).

Um orgulho que só. Não mereço tanto.

Depois eu tento repetir as indicações.

 

Meu Deus

Parece que essa história de colocar as coisas no blog acaba por trazer algumas vibrações positivas.

Preciso desabafar. Semana passada eu tive uma conversa meio que decisiva no meu departamento para verificar que realmente continuar nessa situação seria passar atestado de medíocre, o que eu nunca fui.

Sendo assim, imbuída de toda determinação que só os virginianos têm (têm????! Têm não, né?) eu resolvi fazer alguma coisa. E eu não fiz nada. NADA. Não deu tempo, sabe?

Não fiz nada e agora, uma semana depois, estou completamente em dúvida.

Então quem não me conhece não deve estar entendendo. Ok, quem conhece também, mas deixa estar.

Explico: consegui duas propostas para outros “trabalhos” – portanto, sem carteira assinada. E detalhe, consegui sem fazer muita coisa. Um e-mail e uma ligação foram o suficiente. Também tiveram as entrevistas e é bem verdade que um deles nem me deu a resposta, mas o que importa é que eu me mexi e que isso pode ter surtido efeito. Mas será que é positivo?

 

Daí estou aqui, cheia de coisas na cabeça e sem saber o que eu faço. Será preciso realmente desconstruir isso tudo? Qual o meu efetivo desejo? Eu falei de carteira assinada no post anterior. Isso é bom pra não me deixar esquecer que eu quero sim férias, 13º e PL.

Medidas paliativas devem ser evitadas?

Devo aceitar qual desafio?

 

Obrigado ao meu avô, que deve estar com uma moral muito grande no céu, pra conseguir as coisas assim, tão rápido pra mim. Rimou.

 

Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

terça-feira, abril 01, 2008

Mudança de ares

Estou precisando mudar. Não sei bem como nem o quê, mas como está não dá pra ficar, lembrando aquela música infame do solteiro no Rio de Janeiro: “parado não dá pra ficar”.

Já faz tempo que a relação custo X benefício do meu trabalho não me faz ter a satisfação garantida das Casas Bahia.

Mas a gente vai focando em outras coisas e acaba num ciclo vicioso e se acomoda. Acho que é do ser humano médio se acomodar. E eu nunca fui um ser humano médio. Tem alguma coisa de errado comigo nesse momento, mas não sei bem identificar.

Precisou acontecer uma coisa bem boa a outra bem ruim pra me sacudir.

- Não, você não é assim!

- Aonde está a sua ganância?

Sim, eu tinha uma. Não daquelas negativas, mas aquilo que te faz querer crescer e tal. Agora eu ando meio descrente. Crescer pra quê? Vou me asfixiar embaixo de sete palmos de terra. Todos vão. A menos que optem por um funeral mais glam. Sei lá, melhor não pensar muito nessas coisas e pensar em aproveitar a vida.

Baseada nisso, preciso mudar. Quero aproveitar melhor o meu tempo e não ter que me matar em um trabalho que não está mais me agradando. Um dia me agradou muito, esse blog é testemunha disso. Mas hoje eu penso em quatrocentos e setenta e três coisas diferentes para fazer e entre elas não está ficar sentada batendo continência e escrevendo peças sem convicção. Dessas revoltas é que nascem as grandes revoluções, contudo, não tenho pretensão de altas mudanças não. Quero apenas um emprego novo. De preferência com ticket refeição, vale transporte e férias. PL também é bem vinda.

Atenção: aceito novas áreas.

Alguém tem alguma sugestão?

 

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.