sexta-feira, agosto 24, 2007

[Do lat. dispositione.]
S. f.
1. Colocação metódica; distribuição ordenada; arranjo: A boa disposição dos móveis torna acolhedor o salão.
2. Estado de espírito ou de saúde; temperamento; humor: Ótimo companheiro: está sempre com boa disposição para tudo.
3. Tendência, inclinação, propensão, vocação: Desde cedo mostrava disposição para as letras.
4. Intento, propósito, desígnio, determinação: Sua disposição é ser um grande médico.
5. Prescrição legal; determinação, preceito: as disposições transitórias da lei.
6. Emprego, uso: Fez da herança boa disposição.
7. Subordinação, dependência: Amanhã de manhã estarei à sua inteira disposição.
8. Situação: A disposição do lugar era conveniente à construção do curral.

Acho que eu vou ler O Segredo.
Há há – a lá Nelson (dos Simpons).

.: Curtas Numéricas :.

  • 1.000.000.000.000 = coisas para fazer;
  • 1 – 1.000.000.000.000 = tempo para realizá-las;
  • 0 = quantidade de disposição no momento;
  • 1000³ = vontade de estar na praia neste momento;
  • 7 = número de contestações para fazer, em um prazo curto, porém não determinado.
  • 37 = quantidade de dias que faltam para o surto;
  • 6 = quantos dias faltam para o meu aniversário.

Ah, só pra consignar: garoteei bonito ontem.

terça-feira, agosto 21, 2007

A pensadora

Estava escutando uma rádio por internet indicada pelo Filipe e tocaram músicas bastante reflexivas. Lembrei de algumas outras que estão nas minhas entranhas ou na porta do meu armário.

Segue um top five feito no momento, ou seja, totalmente despretensioso e de ordem aleatória:
  • “E a cabeça cansada de pensar” – Bom Brasileiro: Cachorro Grande
  • “Eu tenho uma preguiça gigantesca” – Preguiça: Ultraje a Rigor
  • “Prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo” – Metamorfose Ambulante – Raul Seixas
  • “O que temos é o que nos resta e estamos querendo demais” – A Montanha Mágica: Legião Urbana
  • “Tornar o amor real é expulsá-lo de você para que ele possa ser de alguém” – Quem vai dizer tchau?: Nando Reis

Tem coisas que nos fazem pensar realmente. Não sei se isso é bom.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Estou de volta às aulas de spinning. Já tem tempo até.
Mas hoje foi um recomeço de acordar cedo. Leia-se cedo com entonação dramática, por favor, porque quem escreve este texto sou eu.

Eu que odeio acordar cedo. Que acha que o sono é essencial e faz bem pra pele e que acha a cama (a minha) o melhor lugar do mundo.

Enfim, lá fui eu junto com os pais de família que levam seus filhos cedo ao colégio, junto com os senhores que compram pão fresco na padaria, junto também com os infortunados que vão para o trabalho antes das 8hs. Aliás, "junto com" é uma expressão permitida pela boa gramática?
Whatever.

Fato é que às 6:30hs eu estava na rua, pronta e querendo fazer ginástica.

Será encosto?!

quarta-feira, agosto 08, 2007

Número 3

Não acerto o vaso. Da série: Problemas com banheiros em geral. Não é exatamente falta de mira, não entendo até hoje.

Pegou meio mal. Esse foi o comentário do meu namorado quando leu este item da pauta virtual. Ok, pode até ser que não tenha ficado muito esclarecido, pudera, era apenas um “pensamento alto”, não é Catarina?
De fato, merece uma explicação em um dos posts que a minha mente já pensou em escrever reiteradas vezes. Por que, oh céus! Por que eu não acerto a cestinha de lixo que guarnece os mais variados tipos de banheiros femininos mundo afora.
Talvez não tenha me feito entender bem com o título, contudo, após lerem atentamente as linhas abaixo compreenderão e quem sabe até se identificarão com o problema desta que vos escreve.
A situação é corriqueira e por isso me causa mais transtorno. Sempre que uso o banheiro e tem aquele fatídico aviso “Não jogue papel no vaso sanitário” começa o meu suplício. Logo eu penso: certo, não jogue no vaso, mas jogue onde?
A resposta parece óbvia demais, mas quando se procura faticamente por ela, normalmente o que se encontra são opções toscas o suficiente para te impedir de concluir com êxito o comando solicitado. Em outras palavras, o que está diante de mim são cestas de lixo pequenas demais, entupidas demais, longe demais, tampadas demais.

Vamos às classificações:
  1. Se é do tipo pequena: surge o principal problema: não tenho mira capaz de acertar o papel corretamente lá dentro. Sempre jogo para fora e não faço cesta. Disso decorre que não posso pegar o papel do chão, por conta do problema nojo, de forma que sujo, dessa maneira, a propriedade sanitária alheia.

  2. Se é do tipo entupida demais: neste caso o problema já não passa a ser somente meu, do momento em que não fui eu quem deixou de esvaziar no tempo certo as cestinhas de lixo. Ao não fazerem corretamente o trabalho deles (de limpar tempestivamente os aposentos), permitem que o meu singelo trabalho (de acertar a cesta) se torne ainda mais ingrato, quase impossível, considerando a torre de papel que se forma. Até tento que o meu seja o último e impávido pedaço de papel higiênico a adornar o cesto, mas normalmente ele cai e traz com ele companheiros igualmente sem equilíbrio estático.

  3. Se é do tipo longínqua: novamente tem-se um problema de arquitetura e engenharia dos banheiros utilizados publicamente. Minha consciência fica mais leve quando trato o caso dessa maneira. Ora, é sabido que mulheres são seres mais fresquinhos por natureza e que não é higiênico sentar por aí, com o bumbum que mamãe passou talquinho, em qualquer assento pouco limpo. Por esse motivo as mulheres são, em geral, adeptas da técnica “agachamento fisiológico”, ou seja, na hora da necessidade, pensa que está fazendo ginástica e manda bala. Nessa hipótese, vejam que não é um passeio no parque ter que acertar um cesto de lixo se ele está longe de você. Acho que até a Hortência ou as meninas da WNBA teriam dificuldades, imagina quem nunca jogou basquete?

  4. Se é tampada: nesse caso, até entendo que o propósito é bom: evitar que o papel dos outros fique exposto pra todo mundo. Mas, venhamos e convenhamos, cadê a coragem de abrir a tampa com a mão? Imagina a quantidade de pessoas que abriu aquilo com a mão suja? Existe até a possibilidade de abrir com um pedaço de papel na mão, mas enquanto isso, onde se coloca o papel sujo que realmente deve ir para ali? Sempre fico em dúvida nesses casos e acabo jogando perto da lixeira. Normalmente ele não é o único, mas às vezes é o primeiro.
    Aliás, ainda há a hipótese de a tampa não precisar ser aberta com a mão: basta empurrar (feito um balancinho), ou pisar, feito as lixeiras de cozinha, essas são melhores, mas ainda assim apresentam problemas. Na primeira, há o nojo de encostar nas tampas que balançam, porque outras como eu devem usar o papel sujo mesmo para empurrar; já a segunda, se o pedal estiver quebrado, de nada adianta, e se estiver funcionando cria um problema porque não combina com o “aganhamento fisiológico”, afinal, bem... não precisa explicar que é difícil ficar agachada em apenas uma perna e tentar fazer qualquer coisa com a outra...

Depois de toda essa explicação, creio que todos se lembrarão de mim da próxima vez que passarem pela situação de enfrentar a lixeira em banheiros públicos.

Tomara que um dia alguém invente algum certo de lixo com melhores adaptações às necessidades femininas, ou quem sabe, inventem privadas mais potentes, ou simplesmente nos permitam jogar o papel no vaso sanitário, coisa que eu acerto com maestria, por favor, não se preocupem.

quinta-feira, agosto 02, 2007

uma quase pauta real

Sabe como é a vida de uma pseudo-ex-futura-jornalista frustrada?

Escrever pautas mentais diariamente, na tentativa vã de que um dia irá lembrar daquilo que seria, sem dúvida, uma bela reportagem / crônica / história.

Nessa onda de lembrar do que seria interessante escrever já deixei escapar inúmeras “pautas” inéditas e sensacionais, na perspectiva apenas minha de que aquilo seria lido e realmente tido como excepcional.

Mas acontece que normalmente quanto menos tempo eu tenho para escrever, mais idéias mirabolantes me surgem e a sensação de que elas se perdem é cada vez mais latente.

Assim, com o escopo de não deixar que a humanidade fique, mais uma vez, sem a possibilidade de desfrutar os inimagináveis contos da Marrequinha, faço uma pauta, desta vez virtual, para que, quem sabe um dia, volte ao tema e lembre de escrever sobre o assunto.

1) Meu chefe usa o banheiro feminino. Foi por conta dessa que resolvi escrever a pauta. Parece-me muito surreal para que apenas eu, egoisticamente, saiba disso.
2) Toda a unanimidade é burra, mas a voz do povo é a voz de Deus. Por isso eu não gosto de axé, mas acho que todos devem amar Beatles;
3) Não acerto o vaso. Da série: Problemas com banheiros em geral. Não é exatamente falta de mira, não entendo até hoje;
4) O namoro é a melhor parte da vida? Essa é a mais filosófica de todas;
5) Discute-se muito, age-se pouco. Vamos todos morar no estrangeiro, ou a teria do “Napalm neles”. Roubando idéias de amigos extremistas;
6) Meu inglês estragou com o tempo. Propaganda enganosa, vou processar o CCAA. É auto-explicativo quase.
7) Entrar no BBB e viver de renda. Um sonho. Até parece.
8) Os contadores de história, um mundo de Forest Gumps. Odeio as pessoas todas cheias de si, maiores que a boca. Acho que entenderam.
9) A reiterada falta de tempo. Simple life vale a pena? Vamos ser menos materialistas.
10) Conheço um quase bígamo. Sinto-me desconfortável com isso.

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.