segunda-feira, dezembro 24, 2007

quinta-feira, dezembro 20, 2007

CALÇAS MOLHADAS

Não sou de repetir texto de internet, mas esse eu achei legal.

"Um menino de nove anos está sentado à sua carteira e de repente há uma poça entre seus pés, e a parte dianteira de suas calças está molhada. Pensa que seu coração vai parar porque não pode imaginar como isso aconteceu.

Nunca havia acontecido antes, e sabe que quando os meninos descobrirem nunca o deixarão em paz. Quando as meninas descobrirem, nunca mais falarão com ele enquanto viver. O menino acredita que seu coração vai parar; abaixa a cabeça e faz esta oração: "Querido Deus, isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! ".

Levanta os olhos de sua oração e vê a professora chegando com um olhar que diz que foi descoberto. Enquanto a professora está andando até ele, uma colega chamada Susie está carregando um aquário cheio de água. Susie tropeça na frente da professora e despeja inexplicavelmente a água no colo do menino.

O menino finge estar irritado, mas ao mesmo tempo interiormente diz "Obrigado, Senhor! Obrigado, Senhor!"

De repente, em vez de ser objeto de ridículo, o menino é objeto de compaixão. A professora desce apressadamente com ele e dá-lhe shorts de ginástica para vestir enquanto suas calças secam.

Todas as outras crianças estão sobre suas mãos e joelhos limpando ao redor de sua carteira. A compaixão é maravilhosa. Mas como tudo na vida, o ridículo que deveria ter sido dele foi transferido a outra pessoa - Susie. Ela tenta ajudar, mas dizem-lhe para sair. "Você já fez demais, sua grosseira!"

Finalmente, no fim do dia, enquanto estão esperando o ônibus, o menino caminha até Susie e lhe sussurra, "você fez aquilo de propósito, não foi?" E Susie lhe sussurra, "eu também molhei minha calça uma vez"
.

Possa Deus nos ajudar a ver as oportunidades que sempre estão em torno de nós para fazer o bem ! Deus está pronto para abençoar-nos de uma maneira que somente Ele pode fazer. Mantenha a fé.

Bom Natal e Feliz 2008!

Quando casar melhora?

Porque namorar é tão bom:
  • Porque sempre tem alguém para apertar forte a sua mão no cinema em filmes de terror e em qualquer outra ocasião apavorante;
  • Porque todo mês ao menos um dia se tem uma razão para comemorar alguma coisa boa (o aniversário de namoro);
  • Porque depois que a saudade aperta, o abraço mais apertado é sempre a melhor coisa;
  • Porque o dia dos namorados passa a ser uma data legal, e não uma data odiada;
  • Porque sempre se tem um programa para fazer, ainda que o programa seja fazer nada juntos;
  • Porque um simples telefonema falando qualquer coisa mas com palavras doces faz o dia ficar mais alegre;
  • Porque os amigos de um passam a ser amigos do outro e você ganha mais uma penca de amigos;
  • Porque em qualquer situação difícil você sabe que terá mais alguém para compartilhar;
  • Porque a expectativa de uma vida juntos no futuro é contagiante;
  • Porque sentir-se amada é tão bom quanto amar alguém.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Tinha um laço torto ali.

Agora não tem mais



Nossa ceia de Natal dos amigos da UFRJ. Idéia da Patricia que eu achei o máximo e esse ano tive o prazer de ser incluída, mesmo não sendo da UFRJ. heheh
A mesa ficou linda, não é? Deu trabalho sim, não tivemos a ajuda de ninguém além da gente mesmo, mas ficou bonita né? Como não somos ricos, não tivemos como alugar um salão suntuoso e garçons para servir prosecco, mas ficou aconchegante né?

Natal tá aí, oh.
Quando você piscar, já estamos em janeiro, afff.

terça-feira, dezembro 18, 2007

ah, os dias de semana!

Quela cosa (leiam pensando no Don Corleone, que eu acho que o sotaque vai ficar ok - mas eu não sei italiano scuzzi hahah): fato: nos dias de semana raramente eu tenho tempo para fazer o que quero.

Não sei se com todo mundo é assim, mas eu não consigo manter uma rotina saudável. Não almoço em horários certos, não durmo ou acordo em horários fixos, não tenho rotina para essas coisas banais.

Tem dias de ônibus, dias de metrô e dias de chuva.

Tem tardes de sol, tardes de fome e tardes de completa ociosidade, mais pela falta de ânimo do que pela falta do que fazer.

Sempre tem trabalho.

Trabalho às vezes fácil, às vezes difícil, mas sempre trabalho.

Diversão pouca, mas de vez em quando acontece um showzinho que tira o sono da manhã seguinte. Chopps são raros, a menos que seja Brahma Black em dia devidamente marcado com antecedência.

Em todo caso, deixa-se, normalmente, o lazer para o final de semana.

Dias de semana são dias de preto, cinza, bege, dias sem roupas coloridas e branco - tutti bianco – nunca. Não sou médica.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

pessoas que nao gosto em geral

  • Pessoas tratando as outras mal no telefone

É chato ter que escutar outras pessoas falando mal com seus respectivos pais, parentes, amigos ou relacionantes, no telefone, ao seu lado. Preferia que esse tipo de conversa não fosse tão explanada e ficasse limitado às casas e ambientes privados. No trabalho escutar alguém brigando com os outros, sem poder comentar nada, é muito ruim. Principalmente se é possível tomar partido da situação e ficar do lado de quem está do outro lado da linha. Isso acontece com alguma freqüência. Sempre acho que o pobre coitado do outro lado do telefone merece maior consideração, ou ao menos, merece que a conversa não seja explanada para tantas outras pessoas que normalmente nada tem a ver com a história.

  • Pessoas que contam vantagem

Certa vez li num livro pseudo-não-auto-ajuda que cada pessoa deve se valorizar, para que os ostros também a valorizem. Até aí faz sentido, mas extrapolar é tosco demais. Se tem alguma coisa que me faz gostar muito, mas muito menos de uma pessoa é perceber o quanto ela faz o possível para aparecer dizendo o quanto ela é melhor, sabe mais ou fez mais que os outros. É bem verdade que tem gente mais rica, mais feliz, mais bem relacionada, mais inteligente no mundo que eu. Sei que é difícil encontrar pessoas que sejam isso tudo junto, mas elas também devem existir. Agora, porque elas não guardam isso apenas para elas, ou para quando são efetivamente perguntadas sobre o assunto? Por que esse tipo de pessoa teima em falar das viagens e troféus se eu não perguntei? Por que teimam em contar que conhecem Deus e o mundo quando o assunto não era esse? Ou pior, quando o assunto é isso e você vai falando e a outra pessoa retruca TUDO o que você fala, com aquele tom de: ok, mas fiz mais que você, sou mais que você, sei mais que você, tenho mais que você. Ora, tudo tem seu jeito de falar. Soberba pra cima de moi não... Me poupem!

  • Pessoas que tiram onda com o que não conhecem

Pior do que contar vantagem, é tentar contar vantagem e tirar onda com o que não conhecem. É auto-explicativo. Desses eu tenho certa pena, porque são facilmente desmascarados, todos acabam falando pelas costas sobre a falta de noção e da mentira que se conta, mas nada adianta. Essas pessoas continuam por aí espalhando que tem mundos e fundos, que são amigas dos influentes e que podem mais que todos. Ok, me poupem mais ainda.

  • Pessoas sem solidariedade

Sabe a máxima do: "O problema é meu? Então não me chateia!" Péssimo. Acho que solidariedade em ambientes de trabalho, de amigos e de família deveria ser uma máxima. Não me admira que tantos empregos valorizem o trabalho em equipe. Hoje é você quem está precisando, amanhã pode ser eu. O mundo dá muitas voltas, mas tem gente que ainda pensa que o ser humano é uma ilha e que se o problema hoje não é com ele, dane-se o resto. Lamentável, contudo, mais corriqueiro do que se imagina.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Tomem nota:

PORTELA ou GRANDE RIO PODEM SER AS CAMPEÃS EM 2008.

Foi comprado o carnaval 2008?
No quesito vidência, acho realmente inacreditável o quanto as pessoas podem acreditar em revelações puramente achistas.

Tentei achar no google algumas previsões para 2007, para poder checá-las. Claro que não passei o dia pesquisando, mas tentei no google algum site que ainda tivesse as previsões. Não as genéricas, porque essas eu até achei. Queria aquelas bem específicas, tipo: 'Gugu terá novo filho com amante gay'; ou ainda 'Xuxa será demitida e Marlene Matos lhe pedirá pensão judicialmente'.
Essas coisas foram tiradas do ar. Também pudera, estamos pensando já nas previões de 2008.
Agora é a hora de escrevermos tudinho para ver se ano que vem elas se concretizam.

Por enquanto, de bombástico mesmo só o fato de pensarem na Portela como campeã. A Grande Rio não seria surpresa, mas a Portela, do jeito que ficou nos últimos carnavais, realmente não está entre as mais cotadas. Pena. Simpatizo com essa escola, parece que tem tradição... (com trocadilho). Enfim, não gosto de carnaval, não tenho conhecimento exímio do assunto, falo apenas o que leio por aí na época das festas e assisto, como um ritual de passagem, à apuração, todos os anos. Nota (pausa) deeeeeeeeeez!
Depois de tentar umas coisas aqui com o bloguito, resolvi tentar fazer esse link direto pra vídeo. Desses que é só clicar na setinha e já aparece na própria tela. Sempre achei bacana em outros blogs. Agora aqui também tem!

E que coisa mais fácil! O youtube realmente facilita a vida das pessoas.

Mas isso me faz crer: cada vez mais estamos sendo observados. Tudo se conecta de tal forma que o grande irmão somos nós mesmos. Melhor termos certo cuidado. Mas não tanto, se não vira paranóia.

O vídeo é do início do show do Police dia 08/12 no Maracanã. Eu fui.
Não fiquei na área sou-vip-rico, mas pude participar da festa da galera, na medida que minhas pernas aguentaram. Eu gostei bastante.

Para uma resenha mais apurada, leiam aqui.


tentando postar um vídeo :)

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Épocas natalinas

Não me lembro ao certo quando deixei de acreditar em Papai Noel.
De fato, não foi nada trágico, considerando que não deixou nenhum trauma. Entretanto, tem muito adulto por aí que conta histórias tristes a respeito de como o sonho do bom velhinho acabou de maneira inoportuna.

Tenho dúvidas a respeito dos benefícios do assunto. Será que vale a pena criar histórias de Papai Noel, Coelho da Páscoa and so on para as crianças? Quando tiver filhos, será que terei coragem de mentir deslavadamente? Mas crianças normalmente não entendem bem essa coisa de realidade e acho que acreditar no bom velhinho que traz presentes não é nada de tão preocupante, mas será que acrescenta alguma coisa? Não é frustrante descobrir que não passava dos seus próprios pais?

Que é jogada comercial o fato de existir a troca de presentes, isso ninguém duvida. Mas é bom dar e ganhar presentes, então, vamos tocando em frente.

Ocorre que, inventar que alguém traz presentes para toda a humanidade, quando na verdade a maior parte do mundo não ganha nada, é um tanto quanto desalentador.

Enquanto eu não tenho certeza se devo mudar o paradigma, compartilho do assunto, provocado por um anúncio de rádio, escala 10 na semnoçãozice.

Voz de criança fofinha: “- Mamãe, onde o Papai Noel compra todos os presentes?”
Voz de mãe feliz: “- Meu filho, se eu te contar, você promete que não conta pra ninguém?”
Criança: “-Claro.”
Mãe: “- O Papai Noel faz compras no Botafogo Praia Shopping. Porque só o Botafogo Praia Shopping tem lojas.... blá blá blá”.


Inacreditável.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

nervosinho

Lembra do tempo do computador com a tela preta e letrinhas verdes?
Ou então da tela preta com letrinhas laranjas? Todos eles usavam o sistema DOS sem o nosso estimado mouse.
Logo depois vieram os 386, com suas telas coloridas, com sei lá, uma paleta com monstruosas 16 cores! Isso sim era um avanço. Ainda mais porque o IBM que tinha na minha casa tinha MOUSE e jogos como Prince of Persia.

Enfim, tudo isso para falar desse site. Esse site sim é uma involução ou uma coisa nervosa.
A proposta é não clicar. Assim, pelo pouco que pude entender, trata-se de tentar mostrar outros paradigmas, tentando navegar na internet sem clicar no mouse.

Ok. Tentem aí. Eu mal consegui.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Voltando à “uma quase pauta real”

Número 10
Conheço um quase bígamo. Sinto-me desconfortável com isso.

É auto-explicativo. Conheço um rapaz, quer dizer, um homem de 28 ou 29 anos que mantém um relacionamento estável com duas pessoas ao mesmo tempo (ambas namoradas), uma oficial, outra oficiosa.

Até aí, nada de demais, tem muito cafajeste nesse mundo, né?

Mas eu sei disso. Eu sei das coisas que ele fala (não me perguntem como, porque eu quero preservar a identidade da pessoa). E me sinto muito desconfortável com isso.

Tornando as coisas mais líricas:

"Era uma vez, no reino muito muito distante de Quimera, uma princesinha que vivia num castelo bem imponente.

Nesse lugar não havia apenas um rei, mas uma comissão de reis, que já muito democraticamente decidiam tudo através de sessões e votos, sem brigar nem decidir tudo pelo poder divino. Claro que apesar das condições avançadas para a época, ainda havia certo jogo de política, o que fazia com que todos os súditos fossem muito cordiais e simpáticos com os nobres.

A princesinha Jade sabia que ocupava posição privilegiada em seu reino, afinal, era filha de um dos mais influentes reis.

Um belo dia, um dos súditos romanticamente se apaixona pela princesinha Jade e faz o possível e o impossível para tê-la em seus braços. Felizmente o amor que sentiam um pelo outro era correspondido e num ato de bravura e lealdade Estúbal sobe as torres do castelo e passa a conviver com a família real da princesinha Jade.

Contudo, Estúbal, que não era bobo nem nada, fez amizades com todos os outros reis e com todas as outras famílias reais. Em pouco tempo era íntimo de todos, já dava ordens e se sentia um príncipe. Mas tudo sem pedir a mão da princesinha em casamento.

Depois de algum tempo de convívio, muitos jantares e festas mais tarde, Estúbal percebeu que já tinha alcançado uma posição de destaque no reino de Quimera e sabia também que pelas regras locais poderia usufruir daquela notoriedade e até mesmo tornar-se um rei um dia. Aquilo lhe subiu à cabeça e cada vez mais deixava a princesinha Jade para escanteio.

O romantismo de outrora feneceu e cada vez mais Estúbal passava seu tempo todo com o rei.

A situação ficou insustentável e Estúbal e Jade resolveram “dar um tempo”.

Foi então que apareceu na vida de Estúbal a camponesa Flor.

Flor era uma menina simpática, sem mácula, novinha como a margarida que acaba de desabrochar. Mas Flor era decidida e encantadora. Tanto era assim que já havia sido prometida ao filho do carpinteiro de sua aldeia. Lego era noivo de Flor há seis anos e estava esperando o melhor momento para marcar a data do casório.

Flor conhecera Estúbal numa das reuniões no castelo, em que ela fora trabalhar como aprendiz. Estúbal sabia que Flor era comprometida, aliás, ele mesmo ainda mantinha sua relação com Jade, mas quem se importa? Estúbal queria mesmo era ser feliz.
E foi com esse pensamento que Estúbal jogou todo seu charme para a camponesa Flor. Claro que a inexperiente moçoila se viu louca de paixão por aquele quase nobre tão influente.

Então, Flor decidiu romper seu romance.
Não se tem notícias do quanto seu ex-noivo, Lego, sofreu com isso.

Mas o importante é que Estúbal terminou tudo com Jade, que sofrendo muito, pediu que sua família o expulsasse do castelo.

Ahá.

Aí é que começou toda a bigamia. Estúbal não queria sair do castelo e perder a amizade dos nobres. Flor já não sabia mais amar outra pessoa e Jade ainda gostava do valente Estúbal.

Triângulo formado.

Jade recebe Estúbal de volta. Flor passa tempos enganada achando que Estúbal não voltou mais para a princesa Jade e Estúbal fica tranqüilo, com suas duas pretendentes.

Até que um dia Flor é avisada de que não é a única e que Estúbal voltou para sua antiga paixão, Jade.

Se a estória fosse para crianças, Flor encontraria um príncipe encantado e viveria feliz em outro reino, enquanto Jade e Estúbal tinham filhos e cuidavam do castelo.

Mas estamos falando de um bígamo, portanto, o que aconteceu de fato foi que Estúbal continuou influente e vivendo com Jade, sem pretensão imediata de assumir qualquer compromisso maior. Contudo, manteve Flor sob sua guarda, vivendo com ela um relacionamento sigiloso fora do castelo. Flor, por sua vez, cega de paixão submete-se a ser a outra, num verdadeiro devaneio já que é óbvio que Estúbal nunca vai largar a boca do castelo.

Toda a aldeia de Flor sabe que eles se relacionam oficiosamente e que em festas oficiais Estúbal desfila com Jade e o rei, ou apenas comparece sozinho para tentar não dar na pinta. Inútil."

Eu, como boa súdita de Quimera, queria mesmo era contar para a princesa Jade o quanto ela está sendo enganada. Mas como não tenho conhecimento real, nem mesmo sei se hoje em dia ela já sabe e finge que não vê, prefiro ir mantendo o sigilo.

Et lais!

segunda-feira, dezembro 03, 2007





é feito da mesma embalagem de leite longa vida.

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.