quarta-feira, outubro 29, 2008

os três melhores anos

Felicidades para nós. Pelos três melhores anos.
Que venham mais infinitos.
Amém.

segunda-feira, outubro 27, 2008

muito interessante

Interessante tudo isso que acontece na vida de uma pessoa.
As coisas tomam formas e caminhos inacreditáveis.
Vejamos um exemplo típico: a saída da análise. Coisas bizarras acontecem desde então. Tudo bem que sabemos que a todo momento coisas bizarras acontecem, de modo que o fato de ter saído da análise apenas faz dar maior dramaticidade aos acontecimentos últimos.
Interessante como as coisas acontecem.

A última grande novidade foi negativa. Mas não chega nem ao dedo do pé da penúltima novidade positiva, então, deixa estar.
Todavia é bom compartilhar o quanto essas coisas, ainda que pequenas, agoniam um ser. É interessante.
Você tem um relacionamento de anos com alguém que pensa que conhece, que pensa que te quer bem. Mas as coisas tomam rumos diversos, as pessoas passam a ter crenças diferentes e somem. É como diz aquele ditado: "existem pessoas que apenas passam, pessoas que deixam marcas, pessoas que caminham junto"... Quando essas pessoas (que fazem parte da sua vida) brigam é passional, é revoltante, mas é humano. Quando se esquivam é mesquinho, é extraterreno. É feio.
É interessante como uma pessoa tão incrédula em relacionamentos tenha se entregado com tanta emoção a certo tipo de pessoa que simplesmente desdenha. Desdém postergado que só vem depois da hibernação. É interessante, mas eu lamento horrores.

Para quem ainda lê isso aqui: o desabafo não tem destino e não é baseado em fatos reais. Tudo ok comigo e com os meus.

Foi apenas um desabafo, muito interessante.

quarta-feira, outubro 08, 2008

observações

Racional e pragmática. Feliz, incrivelmente feliz. Estonteantemente desempregada. Confusa, absurdamente confusa. Grandes arquivos. Pouco dinheiro, muita sorte. Caminho desconexo. Ansiosa como um rato por um queijo na ratoeira. Bastante leitura, nenhum entusiasmo. Força e exigência. Enorme fé. Freqüente descompasso. Dúvidas corrosivas. Amor infinito. Lindas saias. Tempo feio. Chuva, muita chuva.

Quero minha cidade de volta.

Not London.

Não São Paulo.

Adeus Terra da Garoa.

Garota de Ipanema quer muito desfilar a coleção primavera verão, mas com esse tempinho, São Pedro - meu bom, não dá não.

sábado, outubro 04, 2008

DMB - 30.09.08 - Vivo Rio

A banda não é tão conhecida do grande público, mas para o tipo de música que faz, a DMB é sim um esplendoroso sucesso.

Dave Matthews e sua banda fazem parte do meu top 5 desde antes do Rock'n'Rio. Minha lembrança mais remota foi um cd emprestado do Luiz, e eu devia ainda estar no colégio. Depois disso eles vieram tocar no Free Jazz, na época em que ainda era patrocinado por cigarros e crianças menores de 18 anos não entravam. Eles e Ben Harper, num show acho que interessante, mas que não pude ir por falta de idade, talvez por um pouco de desinteresse também. Droga. Meu irmão foi, eu lembro.
Mas o tempo passou e em 2001, aí sim já gostando bastante, eles vieram tocar novamente nessa cidade, só que num festival... na boa, prejudica muito. O set list deve ter tido umas 8 músicas no máximo (se não menos), o que é um sacrilégio para uma banda com tanta coisa a mostrar. Particularmente não aproveitei o show porque uns homens enormes imediam a minha visão, até mesmo do telão, mas isso é coisa de evento sem noção, que quer colocar milhares de pessoas e vários artistas no mesmo dia, no mesmo palco, dividindo um público nem sempre coeso.

Mas esse ano tudo foi diferente.

Custava R$240,00 o lugar mais barato (a pista pobre). Só pra ter idéia, o rock'n'rio custou coisa de R$20,00 a meia entrada (se a memória não me falha...).
Então, o fato de ser caro me desanimava, mas a carteirinha de estudante me aliviou e por R$120,00 comprei nossos ingressos (meu e do Filipe), numa sexta-feira super chuvosa, num vento do caramba, mas garanti minha presença no evento.

Terça não é dia pra show. Porém eu não poderia reclamar, afinal era a única apresentação da turnê no Brasil que não era em um festival. Ponto pro Rio.

Pista VIP e qualquer outro ingresso já estava esgotado na sexta que antecedia o show. Ainda bem que eu sou pobre, não me decepcionei, mas isso já demonstrava como seria a terça.

Dito e feito. Chegamos às 21:15h, show marcado para às 21:30hs. O inconveniente de ser terça é que se vc tem aula ou trabalho até tarde, ou vc falta ou chega em cima da hora. Como eu estaria no centro mesmo, preferi arriscar num atraso protocolar da banda e não faltei à aula.

Tudo certo, chegamos e vimos uma grande massa aguardando entrar, mas esses estavam só na social, do lado de fora do MAM. Entramos e já estava bem lotado. Tentei um lugar menos pior, afinal eu ainda sou baixa, e menos de 15 minutos depois, a banda sobe no palco. Daí por diante é só demonstração de empatia, técnica e sonoridade. E a galera em êxtase não tem mais por onde cantar as músicas. Pena que o pessoal do fundão é meio blasé de vez em quando, mas eu pude aproveitar bem.

Abriram o show com Bartender e já foi um ótimo começo. Enquanto isso, alguns bobos ainda sofriam naquele estacionamento idiota do Vivo Rio. Ponto pro Filipe que decidiu estacionar em outro lugar :)
Aí Dave se apresenta em português: "Meu nome é Dave Matthews e essa é a Dave Matthews Band". Seguem performances bem à la Dave Matthews (com todas aquelas firulas que o povo gosta) de, Warehouse e You might die trying. Já estava ótimo pra mim, quando percebo os acordes iniciais de Stay or leave. Putz!!! A primeira música que eu mandei pro Filipe na internet, meio lado b da banda (pra mim, pelo menos) e ele tava lá, cantando na minha frente! Isso foi um momento bem UAU! =)
Dali pra frente o que vinha era lucro, até mesmo porque as outras minhas favoritas certamente não ficariam de fora do set list. Não ficaram.
Em ordem não exata, tocaram Ants marching, Satellite, Say goodbye e, claro, #41.

A platéia preparou uma homenagem ao ex-saxofonista, morto em agosto desse ano Leroi Moore. Soltaram uns balões brancos e acho que o pessoal da banda entendeu e ficou emocionado.

Aliás, para substituí-lo, trouxeram Jeff Coffin, que já vem com eles em turnê e estava muito bem no papel. Também se apresentaram com uma guitarra (o que pra mim às vezes é estranho), Tim Reynolds é muito bom no que faz, e por isso acrescentou mais do que fez soar estranho pra mim :)
Além deles, Carlos Malta, um brasileiro - assim anunciado por Dave, subiu ao palco para tocar flautinha (ou outro instrumento que não sei o nome certo). Foi bem bacana.

Bem, já passavam de meia noite e o juiz quer jogo!!! A banda tocando ininterruptamente há quase três horas e nada parecia desanimar ninguém, nem o público, nem Dave e sua turma estavam cansados. Então ok! Vamos continuar!!! Quanto mais melhor! E foi... foram vinte músicas no maior set list apresentado no Brasil e todos pareciam estar gostando bastante da farra. Mas tudo tem um fim, o show foi terminando. Não sem um bis, com direito a mais duas músicas: Burning down the house e Two step que fechou uma das mais belas noites que já presenciei nos palcos do Rio.

Foi memorável.


Pra ver:



Um pequeno trecho da homenagem:

quinta-feira, outubro 02, 2008

classificações interessantes

Como cada um se comporta numa mesa de bar:


Rock n' Roll: Pede qualquer coisa com alcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante.

New Wave: Pede água.

It´s about Life .:. Friendship .:. Freedom .:. Love .:. Music .:. Marrequinha´s world .:.