quinta-feira, setembro 25, 2008

"A distância não separa-bólica"

Hancock é um filme que primeiro não queria ver, achei que fosse mais um desses heróis esquisitos que são verdes ou usam cueca por cima da calça. Normalmente não me emociono com essas coisas, nem os efeitos especiais me animam muito. Deve ser porque não sou menino.

Mas depois que li uma crítica do filme, que contava um pouco da história, achei que valia a pena assistir, afinal, falaram que era exatamente o contrário, o cara seria quase um anti-herói e tal.

Convoquei meu acessor para assuntos aleatórios e vimos gratuitamente o filme que, realmente, não parece com nenhum dos personagens da Liga da Justiça.

Mas enfim, não é nada de extraordinário. É legal. É até surpreendente em alguns momentos. Fiquei satisfeita, digamos assim.

Ocorre que uma das coisas que eu achei mais interessantes do filme foi o fato do Hancock ser um tipo mega herói (não leia se não quiser saber mais da história) que no final das contas vai perdendo seus poderes. Mas o que só descobrimos ao final é que isso se dá porque ele está perto de sua ex-esposa, que também tem poderes e não pode ficar perto dele... não sei explicar direito, mas é como se só tivessem mta força separados. Juntos eles são normais, para assim terem uma vida comum, sem serem descobertos.

Falo disso tudo porque acordei com uma dor no pulso esquisita, dor de garganta e um certo resfriado. E normalmente eu não tenho isso. Filipe viajou ontem. Acho que comigo é diferente do filme.

mais sobre o filme aqui:

Um comentário:

Filipe Diniz disse...

Enquanto isso na Liga da Justiça... quer dizer, em Vitória, no Espírito Santo...

Tô com uma dor de cabeça e no pescoço...

Vai entender.

beijos saudosos,
Filipe

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