Não acerto o vaso. Da série: Problemas com banheiros em geral. Não é exatamente falta de mira, não entendo até hoje.
Pegou meio mal. Esse foi o comentário do meu namorado quando leu este item da pauta virtual. Ok, pode até ser que não tenha ficado muito esclarecido, pudera, era apenas um “pensamento alto”, não é Catarina?
De fato, merece uma explicação em um dos posts que a minha mente já pensou em escrever reiteradas vezes. Por que, oh céus! Por que eu não acerto a cestinha de lixo que guarnece os mais variados tipos de banheiros femininos mundo afora.
Talvez não tenha me feito entender bem com o título, contudo, após lerem atentamente as linhas abaixo compreenderão e quem sabe até se identificarão com o problema desta que vos escreve.
A situação é corriqueira e por isso me causa mais transtorno. Sempre que uso o banheiro e tem aquele fatídico aviso “Não jogue papel no vaso sanitário” começa o meu suplício. Logo eu penso: certo, não jogue no vaso, mas jogue onde?
A resposta parece óbvia demais, mas quando se procura faticamente por ela, normalmente o que se encontra são opções toscas o suficiente para te impedir de concluir com êxito o comando solicitado. Em outras palavras, o que está diante de mim são cestas de lixo pequenas demais, entupidas demais, longe demais, tampadas demais.
Pegou meio mal. Esse foi o comentário do meu namorado quando leu este item da pauta virtual. Ok, pode até ser que não tenha ficado muito esclarecido, pudera, era apenas um “pensamento alto”, não é Catarina?
De fato, merece uma explicação em um dos posts que a minha mente já pensou em escrever reiteradas vezes. Por que, oh céus! Por que eu não acerto a cestinha de lixo que guarnece os mais variados tipos de banheiros femininos mundo afora.
Talvez não tenha me feito entender bem com o título, contudo, após lerem atentamente as linhas abaixo compreenderão e quem sabe até se identificarão com o problema desta que vos escreve.
A situação é corriqueira e por isso me causa mais transtorno. Sempre que uso o banheiro e tem aquele fatídico aviso “Não jogue papel no vaso sanitário” começa o meu suplício. Logo eu penso: certo, não jogue no vaso, mas jogue onde?
A resposta parece óbvia demais, mas quando se procura faticamente por ela, normalmente o que se encontra são opções toscas o suficiente para te impedir de concluir com êxito o comando solicitado. Em outras palavras, o que está diante de mim são cestas de lixo pequenas demais, entupidas demais, longe demais, tampadas demais.
Vamos às classificações:
- Se é do tipo pequena: surge o principal problema: não tenho mira capaz de acertar o papel corretamente lá dentro. Sempre jogo para fora e não faço cesta. Disso decorre que não posso pegar o papel do chão, por conta do problema nojo, de forma que sujo, dessa maneira, a propriedade sanitária alheia.
- Se é do tipo entupida demais: neste caso o problema já não passa a ser somente meu, do momento em que não fui eu quem deixou de esvaziar no tempo certo as cestinhas de lixo. Ao não fazerem corretamente o trabalho deles (de limpar tempestivamente os aposentos), permitem que o meu singelo trabalho (de acertar a cesta) se torne ainda mais ingrato, quase impossível, considerando a torre de papel que se forma. Até tento que o meu seja o último e impávido pedaço de papel higiênico a adornar o cesto, mas normalmente ele cai e traz com ele companheiros igualmente sem equilíbrio estático.
- Se é do tipo longínqua: novamente tem-se um problema de arquitetura e engenharia dos banheiros utilizados publicamente. Minha consciência fica mais leve quando trato o caso dessa maneira. Ora, é sabido que mulheres são seres mais fresquinhos por natureza e que não é higiênico sentar por aí, com o bumbum que mamãe passou talquinho, em qualquer assento pouco limpo. Por esse motivo as mulheres são, em geral, adeptas da técnica “agachamento fisiológico”, ou seja, na hora da necessidade, pensa que está fazendo ginástica e manda bala. Nessa hipótese, vejam que não é um passeio no parque ter que acertar um cesto de lixo se ele está longe de você. Acho que até a Hortência ou as meninas da WNBA teriam dificuldades, imagina quem nunca jogou basquete?
- Se é tampada: nesse caso, até entendo que o propósito é bom: evitar que o papel dos outros fique exposto pra todo mundo. Mas, venhamos e convenhamos, cadê a coragem de abrir a tampa com a mão? Imagina a quantidade de pessoas que abriu aquilo com a mão suja? Existe até a possibilidade de abrir com um pedaço de papel na mão, mas enquanto isso, onde se coloca o papel sujo que realmente deve ir para ali? Sempre fico em dúvida nesses casos e acabo jogando perto da lixeira. Normalmente ele não é o único, mas às vezes é o primeiro.

Aliás, ainda há a hipótese de a tampa não precisar ser aberta com a mão: basta empurrar (feito um balancinho), ou pisar, feito as lixeiras de cozinha, essas são melhores, mas ainda assim apresentam problemas. Na primeira, há o nojo de encostar nas tampas que balançam, porque outras como eu devem usar o papel sujo mesmo para empurrar; já a segunda, se o pedal estiver quebrado, de nada adianta, e se estiver funcionando cria um problema porque não combina com o “aganhamento fisiológico”, afinal, bem... não precisa explicar que é difícil ficar agachada em apenas uma perna e tentar fazer qualquer coisa com a outra...

Depois de toda essa explicação, creio que todos se lembrarão de mim da próxima vez que passarem pela situação de enfrentar a lixeira em banheiros públicos.
Tomara que um dia alguém invente algum certo de lixo com melhores adaptações às necessidades femininas, ou quem sabe, inventem privadas mais potentes, ou simplesmente nos permitam jogar o papel no vaso sanitário, coisa que eu acerto com maestria, por favor, não se preocupem.
2 comentários:
Quando eu vou num banheiro público, eu levanto a tábua com o pé! :)
Quando for a lixeira de tampa balançante, você pode "empurrar" a tampa com o próprio papel que você vai jogar lá dentro... é uma idéia ;-P
beijo
(tb atualizei meu blog! qdo vejo vc atualizando, fico mais empolgado a escrever)
Amiga, agora vou lembrar de você sempre que fizer xixi em banheiro público.
Tenho esses problemas de nojinho... E apertar a descarga? Ui, nojo. Só com o pé. O que, dependendo do tamanho do banheiro, não é fácil...
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