Quem inventou o feriado deveria ser abençoado por Deus com um tipo de indulgência plenária tão poderosa que o fizesse ser adorado por todos, de todas as religiões, inclusive, pelos à toas (sim eu sei que é ateus, mas permita-me a licença poética).
Não que quem tenha inventado o trabalho deve ser martirizado ou excomungado. Não. Aliás, louvado seja o criador do trabalho porque somente através dele tem-se a real possibilidade de se adquirir DINHEIRO.
AHÁ!
Nele reside todo o problema. A vida sem dinheiro poderia ser muito mais proveitosa e pacata. Feliz e descomplicada. Mas alguém, do alto de seu egoísmo ou avareza inventou a necessidade de se realizar trocas não apenas por objetos similares, mas por um papel que se convencionou chamar de moeda. Enfim, daí para partir para o acúmulo de despesas foi realmente um pulo.
Sendo assim, nos resta o trabalho para tentar adquirir dinheiro, para poder arrumar uma vida tranqüila e pacata que teríamos se algum desgraçado não tivesse inventado esse tal de papel moeda que teimamos em ter que acumular.
Não podíamos ser ainda apenas caçadores e coletores? Adão e Eva não poderiam ter vivido felizes para sempre no paraíso? A Amélia não poderia continuar sendo a mulher de verdade?!
Bem, enquanto não descubro qual será a nova máxima do milênio, voltarei para minha jornada de trabalho. Agraciada com a verdade de que amanhã será feriado e que eu ainda tenho um emprego para me prover dinheiro (ainda não tanto quanto eu gostaria, mas o início é sempre no primeiro degrau).
Não que quem tenha inventado o trabalho deve ser martirizado ou excomungado. Não. Aliás, louvado seja o criador do trabalho porque somente através dele tem-se a real possibilidade de se adquirir DINHEIRO.
AHÁ!
Nele reside todo o problema. A vida sem dinheiro poderia ser muito mais proveitosa e pacata. Feliz e descomplicada. Mas alguém, do alto de seu egoísmo ou avareza inventou a necessidade de se realizar trocas não apenas por objetos similares, mas por um papel que se convencionou chamar de moeda. Enfim, daí para partir para o acúmulo de despesas foi realmente um pulo.
Sendo assim, nos resta o trabalho para tentar adquirir dinheiro, para poder arrumar uma vida tranqüila e pacata que teríamos se algum desgraçado não tivesse inventado esse tal de papel moeda que teimamos em ter que acumular.
Não podíamos ser ainda apenas caçadores e coletores? Adão e Eva não poderiam ter vivido felizes para sempre no paraíso? A Amélia não poderia continuar sendo a mulher de verdade?!
Bem, enquanto não descubro qual será a nova máxima do milênio, voltarei para minha jornada de trabalho. Agraciada com a verdade de que amanhã será feriado e que eu ainda tenho um emprego para me prover dinheiro (ainda não tanto quanto eu gostaria, mas o início é sempre no primeiro degrau).
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